Principais Destaques do Mês Junho/26
Brasil: O ambiente econômico doméstico em junho foi marcado por juros elevados, ajustes nas expectativas globais e maior seletividade dos investidores. Após um início de ano positivo, o mercado acionário perdeu força. No mês, o Ibovespa caiu cerca de 1,0%, encerrando aos 172.024 pontos, refletindo realização de lucros e saída de capital estrangeiro.
Mesmo com a desaceleração recente, o índice Ibovespa ainda acumula alta próxima de 6,7% no semestre, em linha com o CDI. O cenário externo, com juros elevados nas economias desenvolvidas, reduziu o apetite por risco, enquanto o ambiente político doméstico tende a aumentar a volatilidade no segundo semestre.
No câmbio, o real segue influenciado pelas commodities. Apesar do suporte vindo do petróleo no primeiro semestre, a expectativa de preços mais baixos ao longo do ano pode reduzir esse efeito positivo.
O Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano, sinalizando início de flexibilização ainda em ritmo cauteloso diante do cenário inflacionário e das incertezas externas.
Cenário Internacional:
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve os juros entre 3,50% e 3,75% ao ano em junho, adotando postura cautelosa diante da inflação persistente. O ambiente de juros elevados continua favorecendo ativos mais conservadores e reduzindo fluxos para emergentes.
Na China, a atividade segue robusta, com crescimento de 5,0% no primeiro trimestre de 2026, sustentado pela indústria e exportações, embora persistam desafios no consumo e no setor imobiliário.
Expectativas Globais:
Os mercados encerraram o semestre sob influência de política monetária restritiva, tensões geopolíticas e dinâmica das commodities. Esse cenário mantém a preferência por ativos mais defensivos.
O ouro apresentou correção após forte alta em 2025, refletindo realização de lucros. Para o segundo semestre, o foco permanece na trajetória dos juros nos EUA, no cenário geopolítico e no ambiente político doméstico.
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Principais Destaques do Mês Maio/26
Brasil: No campo fiscal, o resultado primário de abril apresentou desempenho positivo, com superávit de aproximadamente R$ 25 bilhões, impulsionado principalmente pelo aumento da arrecadação, favorecida pela atividade econômica e receitas ligadas ao setor de petróleo. Apesar do resultado mensal robusto, o acumulado do ano ainda demonstra desafios relevantes para o cumprimento das metas fiscais.
Adicionalmente, o mercado acionário doméstico apresentou desempenho negativo no período, com o Ibovespa encerrando maio em queda de 7,22%, aos 173.787 mil pontos, refletindo a saída de capital estrangeiro, incertezas fiscais e maior aversão a risco no ambiente global.
Cenário Internacional:
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve optou por manter a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano ao longo de maio, em linha com a decisão tomada no final de abril. A autoridade monetária reforçou uma postura cautelosa diante da persistência inflacionária, com destaque para pressões vindas dos preços de energia, em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Na China, os dados divulgados em abril continuaram repercutindo positivamente, com crescimento de 5,0% do PIB no primeiro trimestre de 2026, acima das expectativas de mercado. O resultado foi sustentado sobretudo pela indústria, exportações e retomada parcial do consumo. Apesar disso, o mercado acionário chinês apresentou desempenho mais fraco ao longo de maio, com o índice de Xangai registrando leve queda no mês, diante de incertezas externas e sinais de moderação da atividade econômica.
Expectativas Globais:
Ao longo de maio, os mercados globais permaneceram fortemente influenciados pelos desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio, especialmente no que se refere ao impacto sobre os preços do petróleo e cadeias de energia. O mercado permanece refletindo tanto riscos de oferta do petróleo quanto expectativas de acordos diplomáticos.
Esse ambiente contribuiu para maior instabilidade nos mercados financeiros, com reprecificação de ativos, aumento da volatilidade em renda fixa e comportamento mais defensivo por parte dos investidores globais.
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Principais Destaques do Mês Abril/26
Brasil: O Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,75% para 14,50% ao ano, dando continuidade ao ciclo de afrouxamento iniciado em março. O comunicado ressaltou que, apesar da desaceleração gradual da atividade econômica, a reaceleração recente da inflação e o aumento da volatilidade externa, em especial nos preços do petróleo, exigem postura cautelosa para os próximos meses.
No âmbito fiscal o resultado das contas públicas em abril refletiu queda de arrecadação pontual e manutenção da pressão das despesas obrigatórias, em especial previdenciárias. O desempenho reforçou o caráter desafiador do cumprimento do arcabouço fiscal no país.
Cenário Internacional:
O Federal Reserve, nos Estados Unidos, manteve a taxa básica de juros inalterada em abril na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano. Houve o destaque sobre a inflação seguir acima da meta, pressionada principalmente pelos preços de energia, enquanto a guerra no Oriente Médio elevou significativamente o grau de incerteza sobre a trajetória futura da política monetária.
A bolsa chinesa teve desempenho positivo, apoiado pela divulgação do PIB, que surpreendeu positivamente ao registrar crescimento de 5,0% no primeiro trimestre de 2026, acima do esperado. O resultado foi sustentado pela indústria e pelas exportações, evidenciando resiliência econômica apesar do choque energético e das tensões geopolíticas globais.
Expectativas Globais: Em abril, os mercados passaram a refletir de forma mais clara os impactos secundários da escalada geopolítica no Oriente Médio, especialmente sobre a cadeia energética e os custos de transporte, o que manteve elevados os preços do petróleo ao longo do mês. Nos mercados financeiros, observou-se reprecificação de ativos, maior volatilidade em renda fixa, abertura seletiva de spreads de crédito e preferência dos investidores por ativos defensivos, líquidos e indexados à inflação.
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Principais Destaques do Mês Março/26
Brasil: O governo central registrou déficit primário de R$ 30,0 bilhões em fevereiro, mas manteve superávit acumulado no primeiro bimestre de 2026.
No campo monetário, o Copom iniciou o ciclo de afrouxamento da política monetária, promovendo um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, que passou de 15,0% para 14,75% ao ano. A decisão refletiu sinais de desaceleração da atividade econômica e arrefecimento inflacionário, embora o Banco Central tenha adotado tom cauteloso diante dos riscos externos, especialmente a alta dos preços do petróleo.
Cenário Internacional:
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano em sua reunião de março. O comunicado destacou preocupação com os potenciais efeitos inflacionários da escalada do conflito no Oriente Médio e da disparada do petróleo, ao mesmo tempo em que reiterou cautela quanto ao início de novos cortes.
Na China, o governo manteve o foco em um modelo de crescimento baseado em exportações de maior valor agregado, como produtos tecnológicos. A estratégia busca equilibrar o mercado interno, preservar margens da indústria e responder a restrições comerciais impostas por Estados Unidos e União Europeia.
O ambiente global foi marcado por forte instabilidade geopolítica, com a intensificação do cenário de guerra elevando o prêmio de risco nos mercados. As commodities, especialmente o petróleo, apresentaram movimentos abruptos, pressionando expectativas inflacionárias e reduzindo o espaço para afrouxamento monetário. Esse contexto levou a reprecificação da curva de juros, aumentando a volatilidade dos ativos de renda fixa. No mercado de debêntures, o impacto foi duplo: abertura de spreads, sobretudo nos papéis de maior risco, e maior seletividade por parte dos investidores. Ativos atrelados à inflação ganharam relevância, enquanto emissões de crédito privado passaram a exigir prêmios mais elevados para compensar o ambiente de incerteza.
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Principais Destaques do Mês Fevereiro/26
Brasil: O Governo Central registrou superávit primário de R$ 86,9 bi em jan/26, o resultado segue dependente do desempenho da arrecadação do governo sob as regras do arcabouço fiscal.
Ibovespa: O resultado positivo para os mercados emergentes, como o Brasil, veio da atratividade diante das medidas do presidente norte-americano, Donald Trump, que elevaram as tensões geopolíticas com o ataque à Venezuela no início de 2026 e ameaças ao Irã.
Cenário Internacional:
As bolsas americanas em Wall Street fecharam em queda após os dados de inflação mais fortes. As atenções se voltaram aos preços ao produtor nos EUA, que subiram mais do que o esperado em janeiro (+0,5%), reflexo do repasse para as empresas dos custos mais elevados das tarifas de importação, sugerindo que a inflação poderá acelerar nos próximos meses.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta em meio à retomada de negócios na China.
Estados Unidos e Israel realizaram ataques conjuntos ao Irã e ampliaram o conflito regional. Após os ataques, o petróleo subiu cerca de 10%, reacendendo preocupações inflacionárias.
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Principais Destaques do Mês Janeiro/26
Mercado Financeiro: O Ibovespa iniciou 2026 em forte movimento, com fluxo estrangeiro contribuindo para a continuidade do otimismo observado no fim de 2025, embora as fontes pesquisadas não tenham divulgado o fechamento oficial do índice em janeiro. Os mercados operaram em compasso de espera pela sinalização do Federal Reserve, sustentando volatilidade moderada. No câmbio, dólar e euro apresentaram oscilações ao longo do mês, influenciados pelo diferencial de juros e por ajustes no cenário externo, embora as cotações exatas para o fechamento de janeiro não tenham sido publicadas nas fontes disponíveis.
Cenário Internacional: Nos Estados Unidos, o início de 2026 foi marcado por expectativa quanto à política monetária, com investidores avaliando dados de inflação e atividade para calibrar apostas de cortes de juros. A difusão do IPCA brasileiro e a dinâmica global de preços influenciaram o humor dos mercados emergentes. Na Europa, prevaleceu a leitura de estabilidade, com o BCE mantendo postura cautelosa e avaliando a trajetória da inflação. O ambiente global seguiu sensível a tensões geopolíticas e à volatilidade de commodities energéticas.
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Principais Destaques do Mês Dezembro/25
Brasil: O Copom manteve a taxa Selic em 15,00% ao ano em sua reunião de 10 de dezembro, reforçando a necessidade de uma política restritiva para convergir a inflação à meta
Mercado Financeiro: O Ibovespa encerrou dezembro aos 161.125 pontos, com alta de 1,29% no mês e um sólido acumulado de 33,95% em 2025
Cenário Internacional: Nos EUA, os índices S&P 500 e Nasdaq fecharam o ano com altas expressivas de 16,39% e 20,36%, respectivamente, impulsionados pelo setor de inteligência artificial e por dados do PIB do 3º trimestre acima do esperado (4,3%)
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Principais Destaques do Mês Novembro/25
Brasil:O Copom manteve a Selic em 15% pela terceira vez consecutiva, com projeções do Focus indicando estabilidade até o fim do ano e queda para 12% em 2026 e 10,5% em 2027. O IPCA-15 subiu 0,20% em novembro, acumulando 4,15% no ano e 4,50% em 12 meses. A taxa de desemprego caiu para 5,4%, menor nível desde 2012. O IGP-M avançou 0,27%, acumulando queda de 1,03% no ano. CDI rendeu 1,05% no mês e 11,77% no ano; poupança manteve 0,68% no mês e 7,52% no ano.
Mercado Financeiro:O Ibovespa subiu 6,37%, fechando acima de 159 mil pontos e acumulando alta de 32,24% no ano, impulsionado por expectativas de cortes de juros nos EUA e balanços positivos. O dólar caiu 0,94%, cotado a R$ 5,33, acumulando -13,86% no ano; o euro fechou a R$ 6,19, com queda de 0,36% no mês e -3,80% no ano.
Cenário Internacional:O Brasil evitou impactos maiores das tensões comerciais com os EUA após acordo tarifário. Persistem incertezas globais devido a barreiras comerciais e tensões geopolíticas, afetando cadeias de suprimento e fluxos de investimento.
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Principais Destaques do Mês Outubro/25
Brasil: O mercado manteve atenção à Selic, com projeção Focus de 15% no final do ano, caindo para 12,25% em 2026 e 10,50% em 2027. O Indicador de Incerteza (IIE-Br) da FGV subiu para 109,0 pontos em outubro. O IPCA-15 (prévia da inflação) registrou alta de 0,18% em outubro, uma desaceleração em relação a setembro. A projeção do PIB segue estável em 2,16% para 2025. O IGP-M caiu 0,36% em outubro, revertendo a alta anterior. O CDI rendeu 1,28% no mês e a poupança 0,68%.
Mercado Financeiro: O Ibovespa alcançou um novo recorde, fechando em 149.540 pontos (+2,26% no mês), impulsionado pela queda nos juros futuros e balanços corporativos positivos. Nos EUA, as bolsas tiveram ganhos após o Fed reduzir sua taxa de juros em 0,25% (para 3,75% a 4% ao ano). A economia da Zona do Euro cresceu 0,2% no 3º trimestre, e o BCE manteve a taxa de juros sobre depósito em 2%. O Dólar teve leve alta de 1,24%, cotado a R$ 5,384, e o Euro caiu 0,44%, a R$ 6,21.
Cenário Internacional: Eventos bélicos e tensões geopolíticas continuaram a ser um fator de risco em outubro, gerando volatilidade no valor das commodities e afetando o preço do petróleo e as primas de risco que impactaram câmbio e juros futuros. Na China, os mercados fecharam em queda devido à contração na manufatura, apesar da trégua comercial com os EUA.
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Principais Destaques do Mês Setembro/25
Brasil: A taxa de desemprego permaneceu em 5,6% (junho-agosto), renovando a mínima histórica, indicando um mercado de trabalho resiliente. O Copom manteve a Selic em 15% em setembro, priorizando a cautela externa e o controle inflacionário de longo prazo. O Relatório Focus mantém o PIB em 2,16% para 2025. O IPCA-15 subiu 0,48% em setembro (alta de 3,76% no ano), impulsionado pela energia elétrica. O CDI rendeu 1,22% no mês e a Poupança 0,68%.
Mercado Financeiro: O Ibovespa fechou setembro em 146.237 pontos, com valorização de 3,40% no mês, devido ao fluxo de capital externo. Nos EUA, o Fed cortou a taxa básica de juros para 4% a 4,25% a.a., levando o S&P 500 a máximas históricas. O Dólar recuou 1,987%, cotado a R$ 5,318. O Euro caiu 1,659%, cotado a R$ 6,241.
Cenário Internacional: Um encontro entre Lula e Trump na ONU sugere uma possível moderação nas tensões comerciais. Conflitos geopolíticos (Rússia/Ucrânia e Oriente Médio) continuam a gerar alta nos preços de commodities, pressionando a inflação global.
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Principais Destaques do Mês Agosto/25
Brasil: A crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos escalou com tarifas de 50% impostas sobre exportações brasileiras, afetando o câmbio e o ambiente de investimentos. O governo reagiu acionando a OMC e lançando o “Plano Brasil Soberano” para apoiar exportadores e mitigar impactos econômicos.
No campo macroeconômico, o PIB segue em desaceleração, com projeção de 2,19% em 2025. O Focus mantém Selic em 15% ao fim de 2025, caindo gradualmente até 2027. A inflação teve deflação de 0,14% no IPCA-15 de agosto, acumulando 3,26% no ano. O IGP-M subiu 0,36%, mas ainda acumula queda no ano. CDI rendeu 1,11% no mês (8,97% no ano) e a poupança 0,68% (5,39% no ano).
Mercado Financeiro: O Ibovespa bateu recorde histórico em 141.422 pontos (+6,28% no mês e +17,57% no ano), enquanto nos EUA as bolsas recuaram levemente, mas sustentadas por lucros corporativos fortes. Na Europa, instabilidade política derrubou índices, e na Ásia o desempenho foi misto. O dólar caiu 3,13% em agosto, cotado a R$ 5,42 (queda de 12,37% no ano), e o euro recuou 0,89%, cotado a R$ 6,35 (-1,39% no ano).
Cenário Internacional: No cenário internacional, tensões comerciais, conflitos no Oriente Médio e incertezas sobre a Ucrânia mantiveram os mercados globais em alerta, reforçando a busca por ativos de segurança.
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Principais Destaques do Mês Julho/25
Brasil: O Copom manteve a Selic em 15% ao ano, sinalizando continuidade no combate à inflação sem prejudicar o crescimento.
O governo publicou o Decreto nº 14.499, que passa a cobrar IOF sobre aportes em planos VGBL acima de R$ 300 mil em 2025 e R$ 600 mil em 2026, com alíquota de 5%.
O último Relatório Focus apresentou as seguintes projeções: a expectativa para a inflação, medida pelo IPCA, é de 5,09% ao fim deste ano, abaixo da previsão de 5,20% na pesquisa anterior. A taxa Selic é de 15,00% para o final de 2025, mantendo 12,50% para o final de 2026 e reduzindo para 10,50% para o final de 2027.
Mercado Financeiro: O Ibovespa encerrou o mês aos 133.071,05 pontos, representando perda de 4,16% no mês. Com este resultado o indicador acumula alta de 10,63% no ano. Nos EUA, o S&P 500 saltou 2,2%, enquanto o Dow Jones registrou um ganho de quase 0,1%. Na Europa, o Euro Stoxx 50 – indicador de desempenho das principais empresas da zona do euro – apresentou leve recuperação de 0,377% no mês. Na Ásia, as bolsas asiáticas seguem sem direção única. O Banco do Japão (BoJ) manteve seu juro básico inalterado enquanto investidores avaliaram tarifas “recíprocas” dos EUA para Coreia do Sul e Índia, além de dados fracos da atividade econômica chinesa.
Cenário Internacional: A discussão sobre uma possível ampliação da tarifa base aplicada pelos Estados Unidos às importações foi um ponto relevante, com potencial impacto estrutural no comércio internacional.
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Principais Destaques do Mês Junho/25
Brasil: O Banco Central elevou a taxa Selic para 15% ao ano, a estratégia possui como foco principal combater a inflação e evitar prejudicar o crescimento nacional.
O decreto que aumentaria a tributação do IOF foi revogado pela câmara e pelo senado no último dia 26-junho-2025.
O último Relatório Focus apresentou as seguintes projeções: a expectativa para a inflação, medida pelo IPCA, é de 5,20% ao fim deste ano, abaixo da previsão de 5,24% na pesquisa anterior. A taxa Selic é de 15,00% para o final de 2025, mantendo 12,50% para o final de 2026 e reduzindo para 10,00% para o final de 2027.
Mercado Financeiro: O Ibovespa subiu 1,33% em junho, acumulando alta de 15,4% no ano. O S&P 500 nos EUA atingiu novos recordes com avanço de 0,5%. Na Europa, o Euro Stoxx 50 recuou com instabilidades fiscais e geopolíticas. Na Ásia, destaque para o Nikkei (alta de 2,1%) e fraqueza dos mercados chineses. O dólar caiu 4,4% no mês (11,87% no ano) cotado a R$5,46 e o euro teve queda de 0,84% em junho, cotado a R$6,42.
Cenário Internacional: O conflito entre Israel e Irã se intensificou, com ataques dos EUA ao Irã, gerando alta nos preços do petróleo e maior volatilidade nos mercados. Investidores seguem atentos ao possível corte de juros pelo Fed e ao andamento de propostas econômicas do governo Trump no Senado dos EUA.
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Principais Destaques do Mês Maio/25
Brasil: As taxas de juros fecharam o mês em alta impulsionados pelo PIB (+1,4% no 1º tri), discussões sobre IOF e pelo movimento global de venda de ativos de países emergentes.
A proposta de aumento do IOF permanece em discussão. As principais consequências avaliadas remetem entre outros em alterações no IOF sobre investimentos.
Segundo a divulgação do relatório Focus as projeções para a taxa Selic são de 14,75% para o final de 2025, 12,50% para o final de 2026 e 10,50% para o final de 2027.
O Ibovespa fechou o mês de maio com ganho acumulado de 1,45% nos 137.027 pontos. Desde o início de 2025, a carteira valorizou 13,92%.
Cenário Internacional: Nos EUA, a inflação subiu 2,1% na base anual em abril, um pouco abaixo dos 2,2% esperado. Em paralelo, na última semana do mês os sinais de desgaste entre as negociações ente EUA e China ameaçam a trégua tarifária entre as duas potências.
Na China, PMI industrial apresentou retração, refletindo tensões com EUA.
Geopolítica: O avanço da Rússia na Ucrânia e maior envolvimento da UE aumentam o risco global.
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Principais Destaques do Mês Abril/25
Brasil: Em abril houve a divulgação das estatísticas do mercado de trabalho que demonstrou que o mercado formal segue em bom ritmo, embora com sinais de desaceleração. Já a taxa de desemprego ficou em 7% no primeiro trimestre apesar das pressões sobre a inflação.
Segundo o relatório Focus as projeções para a taxa Selic permanecem 15,00% para o final de 2025, 12,50% para o final de 2026 e 10,50% para o final de 2027.
Inflação: o IPCA em março foi de 0,56% no mês, pressionada pelo setor de alimentos e bebidas e acumula alta de 2,20% no ano.
Ibovespa: O Ibovespa apresentou alta de 3,7% no mês fechando o período aos 135.067 pontos impulsionado por entrada de capital estrangeiro após tarifações dos EUA.
Cenário Internacional: A divulgação dos dados econômico americanos apontou uma desaceleração econômica nos EUA.
A guerra comercial EUA-China, duas potências mundiais, reforça a preocupação do mercado global com as perspectivas econômicas futuras sobre o crescimento mundial.
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Principais Destaques do Mês Março/25
Brasil: Em março, a economia brasileira mostrou sinais positivos, impulsionada pelo capital estrangeiro e bom desempenho de alguns setores, apesar dos desafios macroeconômicos persistentes.
O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic para 14,25% ao ano. A estratégia aplicada busca conter a inflação, dadas as elevadas incertezas e defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso. Inflação: o IPCA de fevereiro foi de 1,31%, impactado com a alta dos preços nos setores de habitação, educação e alimentação. Ibovespa: O mercado financeiro brasileiro apresentou forte recuperação com alta de 6,08%, contrastando com a queda das bolsas americanas.
Cenário Internacional: No cenário internacional, as tarifas de Trump permanecem gerando incertezas e afetando principalmente o setor de tecnologia.
Na Europa, o Banco Central Europeu expressou preocupação com as medidas americanas. Além disso, houve um acordo de cessar-fogo entre Ucrânia e Rússia no Mar Negro.
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Principais Destaques do Mês Fevereiro/25
Brasil: Taxa de Juros: As operações de médio e longo prazo atreladas a taxa CDI apresentaram perspectivas de elevação devido a preocupações fiscais.
A projeção da taxa Selic, segundo o último relatório focus, permanecem 15,00% (final de 2025), 12,50% (final de 2026), 10,50% (final de 2027).
Inflação: IPCA de janeiro ficou alinhada as expectativas do mercado tendo alta de 0,16%.
Ibovespa: O índice teve queda de 2,65% em fevereiro (122.799 pontos). O resultado teve influência do preço de alguns commodities, que tiveram queda no exterior levando consigo ações das grandes exportadoras.
Cenário Internacional: O peso da agenda tarifária imposta pelo presidente americano tem afetado o mercado acionário internacional trazendo temores por uma escalada nos conflitos comerciais.
Conflito Rússia-Ucrânia: as tratativas de acordo pelo fim da guerra foram fragilizadas após tenso encontro entre Trump e Zelensky.
O índice de referência para a inflação americana do Federal Reserve – PCE (índice de preços de despesas americano) – apresentou resiliência com a alta de 0,3%, porém o cenário ainda exige cautela para o início do corte de juros pelo FED.
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Principais Destaques do Mês Janeiro/25
Brasil: O Copom aumentou a taxa Selic em 1,0 p.p., como esperado, e indicou um aumento adicional de 1 ponto percentual para março.
Inflação: O IPCA de dezembro subiu 0,52%, resultando em uma inflação anual de 4,83%, 0,33 p.p. acima da meta do CMN.
Ibovespa: O índice subiu 4,87% em janeiro, alcançando 126.134 pontos, impulsionado por capital estrangeiro e setores financeiro e de economia doméstica.
Cenário Internacional: As tensões comerciais entre grandes economias, especialmente envolvendo os Estados Unidos, devem continuar influenciando os mercados emergentes. As atenções se voltaram para a posse e primeiras ações do novo presidente dos EUA com tom de ameaça à alguns países como: Canadá, México e China, em relação às tarifas comerciais.
O Federal Reserve manteve as taxas de juros dos EUA inalteradas. As ações Americanas e Asiáticas apresentaram queda no período afetadas pela interferência nas relações comerciais exigidas pelo novo presidente.
