Principais Destaques do Mês Janeiro/26
Mercado Financeiro: O Ibovespa iniciou 2026 em forte movimento, com fluxo estrangeiro contribuindo para a continuidade do otimismo observado no fim de 2025, embora as fontes pesquisadas não tenham divulgado o fechamento oficial do índice em janeiro. Os mercados operaram em compasso de espera pela sinalização do Federal Reserve, sustentando volatilidade moderada. No câmbio, dólar e euro apresentaram oscilações ao longo do mês, influenciados pelo diferencial de juros e por ajustes no cenário externo, embora as cotações exatas para o fechamento de janeiro não tenham sido publicadas nas fontes disponíveis.
Cenário Internacional: Nos Estados Unidos, o início de 2026 foi marcado por expectativa quanto à política monetária, com investidores avaliando dados de inflação e atividade para calibrar apostas de cortes de juros. A difusão do IPCA brasileiro e a dinâmica global de preços influenciaram o humor dos mercados emergentes. Na Europa, prevaleceu a leitura de estabilidade, com o BCE mantendo postura cautelosa e avaliando a trajetória da inflação. O ambiente global seguiu sensível a tensões geopolíticas e à volatilidade de commodities energéticas.
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Principais Destaques do Mês Dezembro/26
Brasil: O Copom manteve a taxa Selic em 15,00% ao ano em sua reunião de 10 de dezembro, reforçando a necessidade de uma política restritiva para convergir a inflação à meta
Mercado Financeiro: O Ibovespa encerrou dezembro aos 161.125 pontos, com alta de 1,29% no mês e um sólido acumulado de 33,95% em 2025
Cenário Internacional: Nos EUA, os índices S&P 500 e Nasdaq fecharam o ano com altas expressivas de 16,39% e 20,36%, respectivamente, impulsionados pelo setor de inteligência artificial e por dados do PIB do 3º trimestre acima do esperado (4,3%)
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Principais Destaques do Mês Novembro/25
Brasil:O Copom manteve a Selic em 15% pela terceira vez consecutiva, com projeções do Focus indicando estabilidade até o fim do ano e queda para 12% em 2026 e 10,5% em 2027. O IPCA-15 subiu 0,20% em novembro, acumulando 4,15% no ano e 4,50% em 12 meses. A taxa de desemprego caiu para 5,4%, menor nível desde 2012. O IGP-M avançou 0,27%, acumulando queda de 1,03% no ano. CDI rendeu 1,05% no mês e 11,77% no ano; poupança manteve 0,68% no mês e 7,52% no ano.
Mercado Financeiro:O Ibovespa subiu 6,37%, fechando acima de 159 mil pontos e acumulando alta de 32,24% no ano, impulsionado por expectativas de cortes de juros nos EUA e balanços positivos. O dólar caiu 0,94%, cotado a R$ 5,33, acumulando -13,86% no ano; o euro fechou a R$ 6,19, com queda de 0,36% no mês e -3,80% no ano.
Cenário Internacional:O Brasil evitou impactos maiores das tensões comerciais com os EUA após acordo tarifário. Persistem incertezas globais devido a barreiras comerciais e tensões geopolíticas, afetando cadeias de suprimento e fluxos de investimento.
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Principais Destaques do Mês Outubro/25
Brasil: O mercado manteve atenção à Selic, com projeção Focus de 15% no final do ano, caindo para 12,25% em 2026 e 10,50% em 2027. O Indicador de Incerteza (IIE-Br) da FGV subiu para 109,0 pontos em outubro. O IPCA-15 (prévia da inflação) registrou alta de 0,18% em outubro, uma desaceleração em relação a setembro. A projeção do PIB segue estável em 2,16% para 2025. O IGP-M caiu 0,36% em outubro, revertendo a alta anterior. O CDI rendeu 1,28% no mês e a poupança 0,68%.
Mercado Financeiro: O Ibovespa alcançou um novo recorde, fechando em 149.540 pontos (+2,26% no mês), impulsionado pela queda nos juros futuros e balanços corporativos positivos. Nos EUA, as bolsas tiveram ganhos após o Fed reduzir sua taxa de juros em 0,25% (para 3,75% a 4% ao ano). A economia da Zona do Euro cresceu 0,2% no 3º trimestre, e o BCE manteve a taxa de juros sobre depósito em 2%. O Dólar teve leve alta de 1,24%, cotado a R$ 5,384, e o Euro caiu 0,44%, a R$ 6,21.
Cenário Internacional: Eventos bélicos e tensões geopolíticas continuaram a ser um fator de risco em outubro, gerando volatilidade no valor das commodities e afetando o preço do petróleo e as primas de risco que impactaram câmbio e juros futuros. Na China, os mercados fecharam em queda devido à contração na manufatura, apesar da trégua comercial com os EUA.
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Principais Destaques do Mês Setembro/25
Brasil: A taxa de desemprego permaneceu em 5,6% (junho-agosto), renovando a mínima histórica, indicando um mercado de trabalho resiliente. O Copom manteve a Selic em 15% em setembro, priorizando a cautela externa e o controle inflacionário de longo prazo. O Relatório Focus mantém o PIB em 2,16% para 2025. O IPCA-15 subiu 0,48% em setembro (alta de 3,76% no ano), impulsionado pela energia elétrica. O CDI rendeu 1,22% no mês e a Poupança 0,68%.
Mercado Financeiro: O Ibovespa fechou setembro em 146.237 pontos, com valorização de 3,40% no mês, devido ao fluxo de capital externo. Nos EUA, o Fed cortou a taxa básica de juros para 4% a 4,25% a.a., levando o S&P 500 a máximas históricas. O Dólar recuou 1,987%, cotado a R$ 5,318. O Euro caiu 1,659%, cotado a R$ 6,241.
Cenário Internacional: Um encontro entre Lula e Trump na ONU sugere uma possível moderação nas tensões comerciais. Conflitos geopolíticos (Rússia/Ucrânia e Oriente Médio) continuam a gerar alta nos preços de commodities, pressionando a inflação global.
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Principais Destaques do Mês Agosto/25
Brasil: A crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos escalou com tarifas de 50% impostas sobre exportações brasileiras, afetando o câmbio e o ambiente de investimentos. O governo reagiu acionando a OMC e lançando o “Plano Brasil Soberano” para apoiar exportadores e mitigar impactos econômicos.
No campo macroeconômico, o PIB segue em desaceleração, com projeção de 2,19% em 2025. O Focus mantém Selic em 15% ao fim de 2025, caindo gradualmente até 2027. A inflação teve deflação de 0,14% no IPCA-15 de agosto, acumulando 3,26% no ano. O IGP-M subiu 0,36%, mas ainda acumula queda no ano. CDI rendeu 1,11% no mês (8,97% no ano) e a poupança 0,68% (5,39% no ano).
Mercado Financeiro: O Ibovespa bateu recorde histórico em 141.422 pontos (+6,28% no mês e +17,57% no ano), enquanto nos EUA as bolsas recuaram levemente, mas sustentadas por lucros corporativos fortes. Na Europa, instabilidade política derrubou índices, e na Ásia o desempenho foi misto. O dólar caiu 3,13% em agosto, cotado a R$ 5,42 (queda de 12,37% no ano), e o euro recuou 0,89%, cotado a R$ 6,35 (-1,39% no ano).
Cenário Internacional: No cenário internacional, tensões comerciais, conflitos no Oriente Médio e incertezas sobre a Ucrânia mantiveram os mercados globais em alerta, reforçando a busca por ativos de segurança.
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Principais Destaques do Mês Julho/25
Brasil: O Copom manteve a Selic em 15% ao ano, sinalizando continuidade no combate à inflação sem prejudicar o crescimento.
O governo publicou o Decreto nº 14.499, que passa a cobrar IOF sobre aportes em planos VGBL acima de R$ 300 mil em 2025 e R$ 600 mil em 2026, com alíquota de 5%.
O último Relatório Focus apresentou as seguintes projeções: a expectativa para a inflação, medida pelo IPCA, é de 5,09% ao fim deste ano, abaixo da previsão de 5,20% na pesquisa anterior. A taxa Selic é de 15,00% para o final de 2025, mantendo 12,50% para o final de 2026 e reduzindo para 10,50% para o final de 2027.
Mercado Financeiro: O Ibovespa encerrou o mês aos 133.071,05 pontos, representando perda de 4,16% no mês. Com este resultado o indicador acumula alta de 10,63% no ano. Nos EUA, o S&P 500 saltou 2,2%, enquanto o Dow Jones registrou um ganho de quase 0,1%. Na Europa, o Euro Stoxx 50 – indicador de desempenho das principais empresas da zona do euro – apresentou leve recuperação de 0,377% no mês. Na Ásia, as bolsas asiáticas seguem sem direção única. O Banco do Japão (BoJ) manteve seu juro básico inalterado enquanto investidores avaliaram tarifas “recíprocas” dos EUA para Coreia do Sul e Índia, além de dados fracos da atividade econômica chinesa.
Cenário Internacional: A discussão sobre uma possível ampliação da tarifa base aplicada pelos Estados Unidos às importações foi um ponto relevante, com potencial impacto estrutural no comércio internacional.
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Principais Destaques do Mês Junho/25
Brasil: O Banco Central elevou a taxa Selic para 15% ao ano, a estratégia possui como foco principal combater a inflação e evitar prejudicar o crescimento nacional.
O decreto que aumentaria a tributação do IOF foi revogado pela câmara e pelo senado no último dia 26-junho-2025.
O último Relatório Focus apresentou as seguintes projeções: a expectativa para a inflação, medida pelo IPCA, é de 5,20% ao fim deste ano, abaixo da previsão de 5,24% na pesquisa anterior. A taxa Selic é de 15,00% para o final de 2025, mantendo 12,50% para o final de 2026 e reduzindo para 10,00% para o final de 2027.
Mercado Financeiro: O Ibovespa subiu 1,33% em junho, acumulando alta de 15,4% no ano. O S&P 500 nos EUA atingiu novos recordes com avanço de 0,5%. Na Europa, o Euro Stoxx 50 recuou com instabilidades fiscais e geopolíticas. Na Ásia, destaque para o Nikkei (alta de 2,1%) e fraqueza dos mercados chineses. O dólar caiu 4,4% no mês (11,87% no ano) cotado a R$5,46 e o euro teve queda de 0,84% em junho, cotado a R$6,42.
Cenário Internacional: O conflito entre Israel e Irã se intensificou, com ataques dos EUA ao Irã, gerando alta nos preços do petróleo e maior volatilidade nos mercados. Investidores seguem atentos ao possível corte de juros pelo Fed e ao andamento de propostas econômicas do governo Trump no Senado dos EUA.
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Principais Destaques do Mês Maio/25
Brasil: As taxas de juros fecharam o mês em alta impulsionados pelo PIB (+1,4% no 1º tri), discussões sobre IOF e pelo movimento global de venda de ativos de países emergentes.
A proposta de aumento do IOF permanece em discussão. As principais consequências avaliadas remetem entre outros em alterações no IOF sobre investimentos.
Segundo a divulgação do relatório Focus as projeções para a taxa Selic são de 14,75% para o final de 2025, 12,50% para o final de 2026 e 10,50% para o final de 2027.
O Ibovespa fechou o mês de maio com ganho acumulado de 1,45% nos 137.027 pontos. Desde o início de 2025, a carteira valorizou 13,92%.
Cenário Internacional: Nos EUA, a inflação subiu 2,1% na base anual em abril, um pouco abaixo dos 2,2% esperado. Em paralelo, na última semana do mês os sinais de desgaste entre as negociações ente EUA e China ameaçam a trégua tarifária entre as duas potências.
Na China, PMI industrial apresentou retração, refletindo tensões com EUA.
Geopolítica: O avanço da Rússia na Ucrânia e maior envolvimento da UE aumentam o risco global.
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Principais Destaques do Mês Abril/25
Brasil: Em abril houve a divulgação das estatísticas do mercado de trabalho que demonstrou que o mercado formal segue em bom ritmo, embora com sinais de desaceleração. Já a taxa de desemprego ficou em 7% no primeiro trimestre apesar das pressões sobre a inflação.
Segundo o relatório Focus as projeções para a taxa Selic permanecem 15,00% para o final de 2025, 12,50% para o final de 2026 e 10,50% para o final de 2027.
Inflação: o IPCA em março foi de 0,56% no mês, pressionada pelo setor de alimentos e bebidas e acumula alta de 2,20% no ano.
Ibovespa: O Ibovespa apresentou alta de 3,7% no mês fechando o período aos 135.067 pontos impulsionado por entrada de capital estrangeiro após tarifações dos EUA.
Cenário Internacional: A divulgação dos dados econômico americanos apontou uma desaceleração econômica nos EUA.
A guerra comercial EUA-China, duas potências mundiais, reforça a preocupação do mercado global com as perspectivas econômicas futuras sobre o crescimento mundial.
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Principais Destaques do Mês Março/25
Brasil: Em março, a economia brasileira mostrou sinais positivos, impulsionada pelo capital estrangeiro e bom desempenho de alguns setores, apesar dos desafios macroeconômicos persistentes.
O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic para 14,25% ao ano. A estratégia aplicada busca conter a inflação, dadas as elevadas incertezas e defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso. Inflação: o IPCA de fevereiro foi de 1,31%, impactado com a alta dos preços nos setores de habitação, educação e alimentação. Ibovespa: O mercado financeiro brasileiro apresentou forte recuperação com alta de 6,08%, contrastando com a queda das bolsas americanas.
Cenário Internacional: No cenário internacional, as tarifas de Trump permanecem gerando incertezas e afetando principalmente o setor de tecnologia.
Na Europa, o Banco Central Europeu expressou preocupação com as medidas americanas. Além disso, houve um acordo de cessar-fogo entre Ucrânia e Rússia no Mar Negro.
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Principais Destaques do Mês Fevereiro/25
Brasil: Taxa de Juros: As operações de médio e longo prazo atreladas a taxa CDI apresentaram perspectivas de elevação devido a preocupações fiscais.
A projeção da taxa Selic, segundo o último relatório focus, permanecem 15,00% (final de 2025), 12,50% (final de 2026), 10,50% (final de 2027).
Inflação: IPCA de janeiro ficou alinhada as expectativas do mercado tendo alta de 0,16%.
Ibovespa: O índice teve queda de 2,65% em fevereiro (122.799 pontos). O resultado teve influência do preço de alguns commodities, que tiveram queda no exterior levando consigo ações das grandes exportadoras.
Cenário Internacional: O peso da agenda tarifária imposta pelo presidente americano tem afetado o mercado acionário internacional trazendo temores por uma escalada nos conflitos comerciais.
Conflito Rússia-Ucrânia: as tratativas de acordo pelo fim da guerra foram fragilizadas após tenso encontro entre Trump e Zelensky.
O índice de referência para a inflação americana do Federal Reserve – PCE (índice de preços de despesas americano) – apresentou resiliência com a alta de 0,3%, porém o cenário ainda exige cautela para o início do corte de juros pelo FED.
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Principais Destaques do Mês Janeiro/25
Brasil: O Copom aumentou a taxa Selic em 1,0 p.p., como esperado, e indicou um aumento adicional de 1 ponto percentual para março.
Inflação: O IPCA de dezembro subiu 0,52%, resultando em uma inflação anual de 4,83%, 0,33 p.p. acima da meta do CMN.
Ibovespa: O índice subiu 4,87% em janeiro, alcançando 126.134 pontos, impulsionado por capital estrangeiro e setores financeiro e de economia doméstica.
Cenário Internacional: As tensões comerciais entre grandes economias, especialmente envolvendo os Estados Unidos, devem continuar influenciando os mercados emergentes. As atenções se voltaram para a posse e primeiras ações do novo presidente dos EUA com tom de ameaça à alguns países como: Canadá, México e China, em relação às tarifas comerciais.
O Federal Reserve manteve as taxas de juros dos EUA inalteradas. As ações Americanas e Asiáticas apresentaram queda no período afetadas pela interferência nas relações comerciais exigidas pelo novo presidente.
